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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Riso Pedagógico & Professores Especiais

Olá a todos! Vou começar falando sobre uma notícia muito interessante: rir é o melhor remédio também em sala de aula. é isso mesmo! Um grupo de pesquisadores que participaram do XX Congresso da Sociedade Internacional para os Estudos de Humor (ISHS), de 8 a 11/07, está disposto a aprofundar seus estudos sobre o tema "Humor e Educação".
Eu, por experiência própria, posso dizer que isso é verdade: já tive professores super bem-humorados e como eu aprendi com eles! Se bem que esse ano tenho um profe que é bem-humorado até demais, porque no meio da aula ele começa a falar sobre outros assuntos, nada a ver, além de falar algumas coisas erradas.

Mas um professor que era muito gente boa, mas exigente, era odiado por todos os meus colegas. E ele é o cara que eu mais admiro, que mais me influenciou e de quem eu mais sinto saudades. Pra falar verdade, acho que um professor "palhaço" ou mesmo que se aproxima mais dos alunos perde um pouco o respeito, a autoridade. Esse ano mesmo eu escrevi uma redação sobre isso, e fui muito radical, dizendo que há 50 anos atrás, quando os alunos tinham medo dos mestres, é que era bom. Acho que eu deixei a professora chocada, ainda mais ela, que gosta de tratar os alunos como amigos.

Bem, na segunda, durante uma volta pelo centro da cidade, eu encontrei dois professores meus: o de Inglês (da escola de idiomas) e o de Química. Confesso que ano passado eu não eu era muito fã do profe de Inglês, mas esse ano ele me surpreendeu: melhorou D+! E o de Química é o exemplo descrito acima: ensina de modo divertido.

Sabe, eu tenho uma relação muito boa, de respeito e admiração mútua, com meus professores. Até porque eles são os poucos seres humanos que acreditam no meu potencial. Minha família, embora cobre muito nas notas e resultados, ñ acredita que eu seja capaz de passar no vestibular, por exemplo. Eles também ñ querem que eu vá estudar fora (não tem o curso que eu quero fazer na minha cidade), pois acham que vão ficar abandonados e ‘família é a coisa mais importante que existe’. Mas, convenhamos, uma hora o pessoal morre e eu, com 40 ou 50 anos, vou começar a procurar a felicidade? Estudar fora, arrumar o emprego que eu sempre sonhei, construir carreira, depois de “velha” (até porque hoje ninguém é realmente velho antes dos 70)? E os meus colegas não me consideram realmente inteligentes, especialmente os antigos. Vcs nem imaginam o que eu sofri nos últimos anos com eles. Qualquer dia eu conto. Mas eu sei que vou correr atrás da felicidade, esfregar minha aprovação na faculdade, meu diploma e minha carteira de trabalho na cara de todos e ser independente. Sei que isso não era fácil, afinal, como disse Edgar Allan Poe: "Para se ser feliz até um certo ponto é preciso ter-se sofrido até esse mesmo ponto."

Boa noite, pessoal!

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