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quarta-feira, 30 de julho de 2008

BINGO!!!


Oi, pessoal! Semana passada eu viajei para Águas de Lindóia, no interior de São Paulo. Foi muito bom, pude descansar, esfriar a cabeça e fazer compras! Mas o mais divertido acontecia toda noite, no Hotel: o Bingo. Um jogo muito legal, que fazia tempo que eu não jogava, mas que dei sorte: em quatro noites de jogo, foram 15 reais jogados e 22 reais ganhos (7 reais de lucro!). E, realmente, é algo que vicia, de tão legal.

Então, eu resolvi pesquisar sobre a origem o jogo de bingo, e acabei descobrindo coisas realmente interessantes:
  • As raízes do jogo datam de 1530. Foi nessa época que uma loteria estadual chamada "Lo Gioco del Lotto d´Italia" teve início na Itália (e, acredite, até hoje você pode apostar nessa loto todos os sábados.) Os franceses começaram a jogar na loto no final da década de 1700.
  • O bingo como o conhecemos hoje foi popularizado por Edwin S. Lowe, um vendedor de brinquedos encrenqueiro, mas também um grande empreendedor de Nova York. Lowe observou um jogo chamado "Beano" num carnaval em Atlanta, Georgia. O jogo era chamado Beano porque os jogadores usavam feijões secos (feijão em inglês é bean) para marcar suas cartelas à medida que os números eram "cantados". Quando um jogador completava uma linha de números, ele parava o jogo gritando "Beano!" e esse jogador ganhava um pequeno prêmio.
  • Durante um jogo, uma senhora ficou tão entusiasmada com sua vitória que ela soltou a palavra "Bingo!" em vez do grito tradicional.
  • Edwin Lowe o iniciador do jogo “Lowes Bingo” procurou os serviços de um professor de matemática da Universidade Da Columbia, Carl Leffler, para ampliar a quantidade de combinações. Em 1930, o professor Leffler criou 6,000 cartões de bingo com grupos de números não repetidos. Foi dito que ele completou a tarefa com sucesso, e então ficou louco.
  • Nos Estados Unidos, 48 estados (e mais de 100 reservas de Nativos Americanos) oferecem o bingo legal em alguma escala. Os jogos variam desde os bem pequenos realizados em porões de igrejas até os imensos realizados em salões com 1.800 lugares.
Muito legal, não é mesmo? Até mais, porque depois das férias, temos que nos acostumar com nossas vidinhas normais e pacatas...

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Cinema (brasileiro :P)



Eu sei que muita gente torce o nariz para o cinema brasileiro. Tem alguns que odeiam até a música brasileira (esses, realmente, uns loucos). Mas eu dou razão para quem não curte as produções do nosso cinema. Eu particularmente só fui ao cinema assistir a um filme que não fosse de animação uma vez na vida (e ainda fui com a escola). Filme brasileiro, então, só assisti a dois : Caramuru e Auto da Compadecida. Francamente, gostei. Mas os filmes que estão passando atualmente na TV (e estão sendo exportados), meu Deus! Mostram um Brasil pobre, violento, deprimente.


Não é à toa que muitos estrangeiros têm uma má impressão do nosso país e do nosso povo. Nunca esquecerei um comentário da professora de Geografia, exatamente sobre isso, na sétima série: ela disse tudo o que eu acabei de escrever agora, e arremata contando sobre um filme (não sei se em pré-produção ou com estréia próxima) sobre tráfico de órgão que se passava no Rio de Janeiro.

Mas li várias críticas sobre um filme nacional que eu nunca tinha ouvido falar : A Máquina. Todas foram unânimes: um filme excelente, bem produzido, com ótimo elenco, etc e tal. Esse eu tenho certeza de que não chegou em nenhum dos três cinemas da minha cidade! Na verdade, eu gosto bastante do ator principal. É até uma história incomum: eu o vi pela primeira vez em um programa educativo sobre História do Brasil, em comemoração dos 500 anos do descobrimento. (Eu adoro História, mas não necessariamente a do Brasil) Eu espero todo ano pelo dia 10 de dezembro, para poder rever a série!

Bem, voltando ao início, o ponto é: os EUA, produtores de grandes filmes, também têm miséria, violência e vários problemas sociais? Mas eles não fazem tantos filmes sobre isso como nós. Preferem ações, aventuras e comédias. E quem vai para lá acha que tudo é maravilhoso, de "primeiro mundo". Porque ninguém quer ir ao cinema para ver só desgraça ( a não ser que se trate de um masoquista), afinal, para isso temos telejornais!

Vamos assistir a interessantes e divertidos filmes estrangeiros, apreciar a boa música (tanto estrangeira quanto brasileira) e rezar para que sejam feitos filmes nacionais leves e atraentes! Amém.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Riso Pedagógico & Professores Especiais

Olá a todos! Vou começar falando sobre uma notícia muito interessante: rir é o melhor remédio também em sala de aula. é isso mesmo! Um grupo de pesquisadores que participaram do XX Congresso da Sociedade Internacional para os Estudos de Humor (ISHS), de 8 a 11/07, está disposto a aprofundar seus estudos sobre o tema "Humor e Educação".
Eu, por experiência própria, posso dizer que isso é verdade: já tive professores super bem-humorados e como eu aprendi com eles! Se bem que esse ano tenho um profe que é bem-humorado até demais, porque no meio da aula ele começa a falar sobre outros assuntos, nada a ver, além de falar algumas coisas erradas.

Mas um professor que era muito gente boa, mas exigente, era odiado por todos os meus colegas. E ele é o cara que eu mais admiro, que mais me influenciou e de quem eu mais sinto saudades. Pra falar verdade, acho que um professor "palhaço" ou mesmo que se aproxima mais dos alunos perde um pouco o respeito, a autoridade. Esse ano mesmo eu escrevi uma redação sobre isso, e fui muito radical, dizendo que há 50 anos atrás, quando os alunos tinham medo dos mestres, é que era bom. Acho que eu deixei a professora chocada, ainda mais ela, que gosta de tratar os alunos como amigos.

Bem, na segunda, durante uma volta pelo centro da cidade, eu encontrei dois professores meus: o de Inglês (da escola de idiomas) e o de Química. Confesso que ano passado eu não eu era muito fã do profe de Inglês, mas esse ano ele me surpreendeu: melhorou D+! E o de Química é o exemplo descrito acima: ensina de modo divertido.

Sabe, eu tenho uma relação muito boa, de respeito e admiração mútua, com meus professores. Até porque eles são os poucos seres humanos que acreditam no meu potencial. Minha família, embora cobre muito nas notas e resultados, ñ acredita que eu seja capaz de passar no vestibular, por exemplo. Eles também ñ querem que eu vá estudar fora (não tem o curso que eu quero fazer na minha cidade), pois acham que vão ficar abandonados e ‘família é a coisa mais importante que existe’. Mas, convenhamos, uma hora o pessoal morre e eu, com 40 ou 50 anos, vou começar a procurar a felicidade? Estudar fora, arrumar o emprego que eu sempre sonhei, construir carreira, depois de “velha” (até porque hoje ninguém é realmente velho antes dos 70)? E os meus colegas não me consideram realmente inteligentes, especialmente os antigos. Vcs nem imaginam o que eu sofri nos últimos anos com eles. Qualquer dia eu conto. Mas eu sei que vou correr atrás da felicidade, esfregar minha aprovação na faculdade, meu diploma e minha carteira de trabalho na cara de todos e ser independente. Sei que isso não era fácil, afinal, como disse Edgar Allan Poe: "Para se ser feliz até um certo ponto é preciso ter-se sofrido até esse mesmo ponto."

Boa noite, pessoal!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Recomeçar do zero

É duro, depois de anos fazendo algo, ter de recomeçar do zero. E é isto que eu estou fazendo hoje: começando este blog do zero. O servidor do meu antigo blog não está mais disponível e eu tive de procurar outra "casa"para meu diário virtual. Espero ser bem recebida neste novo servidor e que meu blog (que andou tão esquecido, tadinho) seja bastante visitado. Não vou deixar mais ele largado, sem postar durante meses (essa foi até uma das minhas resoluções de ano novo).

Nestas férias, resolvi não perder (muito) o pique da escola e, aproveitando que eu tenho um trabalho de Matemática (do qual já passei da metade) e vários deveres de Exatas acumulados, decidi ler um livro que estava meio abandonado na estante desde o fim do ano passado. É uma adaptação de "Triste Fim de Policarpo Quaresma", de Lima Barreto. Mais uma grande obra da Coleção Descobrindo os Clássicos (coleção que eu recomendo para quem quer ler grandes livros de maneira divertida e descomplicada). Aliás, quando eu fui p/ Campinas, não resisti e comprei mais um título: a adaptação de "Memórias Póstumas de Brás Cubas", do Machado de Assis (sabiam que esse ano é centenário de morte do escritor? E o mais incrível é que quase ninguém liga p/ isso). Eu já assisti ao filme do Memórias Póstumas, mas queria mesmo era ler o livro (nessas férias acho que ñ vai dar +, talvez nas próximas). Também estou interessada na adaptação de "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente, da mesma coleção. Já andei procurando, mas até agora nada.

Voltando ao assunto do primeiro livro, o Policarpo Quaresma, numa certa hora, defende que o tupi-guarani deveria ser a língua oficial do Brasil. Realmente, eu concordo que o português é uma língua difícil, cheia de "pegadinhas"(g e j, s e z, x e ch, z e x ...), mas também é uma língua bonita. O tupi, aliás, nos legou várias palavras, como pipoca, arara, abacaxi, Tatuapé...
Quero ver quem continua a lista! Espero vcs no próximo post; bjos,
Lê :)
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