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sábado, 22 de maio de 2010

Saindo um pouco dos clássicos...

Há uma semana, me afastei por duas horas de meus queridos filmes clássicos e me rendi à mais aguardada estréia de 2010: Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton. Para quem, como a maioria das pessoas, conheceu Alice pelo desenho de Walt Disney, é um tanto bizarro (opa! Tim Burton e bizarro não é pleonasmo?). A história é praticamente a mesma, com algumas diferenças e modernizações que atraíram os públicos jovem e adulto.
As imagens falam por si mesmas: a Rainha de Copas, inspirada na esposa (?!) de Tim,com sua cabeça enorme, o Chapeleiro Maluco (Johnny Depp, ai!) mais maluco ainda, animais e cenários feitos por computadores e uma Rainha Branca (Anne Hathaway) tão exagerada que até ofuscava a vista. Senti falta da simpática lebre maluca, que nesta versão, coitadinha, estava totalmente pirada.
É um grande filme, com uma Alice crescida, prestes a se casar. Aos 19 anos, portanto, está pronta para enfrentar perigos e desafios maiores no País das Maravilhas.

A obra original foi feita pelo matemático Lewis Carroll, grande amigo de uma menininha chamada Alice Liddell. Sua obra original, aliás, tem vários truques e enigmas matemáticos a serem decifrados por Alice, mas que acabaram perdendo o sentido nas traduções do inglês. A história foi adaptada para o cinema pela primeira vez em 1903. Achei um site falando sobre todas essas adaptações:


http://www.cinemaclassico.com/index.php?option=com_content&view=article&id=3567:alice-varias-versoes-da-mesma-historia&catid=54&Itemid=65


Bjos Maravilhados!!
Lê ^_^

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