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Sunday, February 9, 2020

Os laços de família de Mia Farrow


Mia Farrow's family ties


Você já ouviu falar dos seis graus de separação? Essa teoria diz que qualquer pessoa está conectada com qualquer outra pessoa na Terra através de seis ligações. O mesmo jogo de seis graus pode ser jogado no mundo do cinema – sempre há alguém que trabalhou com outro alguém, ou que foi casado com alguém, ou... acho que você entendeu. E se Mia Farrow entra no jogo, ligar os pontos fica ainda mais fácil – afinal, ela se relacionou com muitas figuras de Hollywood.

Have you heard of six degrees of separation? This theory says that anyone is connected with any other person on Earth through six connections. The same game of six degrees can be played in the film world – there's always someone who worked with someone else, or who was married to someone or... I think you get the idea. And if Mia Farrow enters the game, connecting the dots gets even easier – after all, she had relationships with many Hollywood big figures.


Muitas pessoas se lembram dos relacionamentos de Mia com três nomes importantes das artes – Frank Sinatra, André Previn e Woody Allen – mas ignoram que ela era parte da realeza de Hollywood desde que nasceu. A filha de uma estrela de cinema e de um diretor, ela esteve sempre destinada aos holofotes. Vamos analisar seus laços de família:

Many people remember Mia's relationships with three important names in the arts – Frank Sinatra, André Previn and Woody Allen – but ignore that she was Hollywood royalty from birth. The daughter of a movie star and a director, she was always meant for the limelight. Let's see her family ties:

Mãe: Maureen O'Sullivan (1911-1998)

Nascida na Irlanda, a mãe de Mia é mais conhecida hoje por ter interpretado Jane em uma série de filmes de Tarzan protagonizados por Johnny Weissmuller nos anos 1930 e 40. Ex-colega de escola de Vivien Leigh, Maureen começou no cinema como mocinha, e a partir de meados dos anos 40 apareceu em muitos dos filmes de seu marido, até a morte dele, quando ela prosseguiu atuando no cinema e no teatro. Ela sofreu um duro golpe quando seu filho mais velho faleceu em 1958, e encontrou na atuação a força para prosseguir.


Mother: Maureen O'Sullivan (1911-1998)

Born in Ireland, Mia's mother is best known today for playing Jane in a series of Tarzan movies starring Johnny Weissmuller in the 1930s and 1940s. A former school classmate of Vivien Leigh, Maureen was first cast as an ingenué, and from the mid-1940s onwards appeared mainly in her husband's films up until his death, when she continued her career in film and theater. She suffered a hard blow when her oldest son died in 1958, and found in acting the strength to carry on.
Maureen and Mia, 1963


Pai: John Farrow (1904-1963)

John Villiers Farrow foi um diretor de cinema mais conhecido por filmes noir como “Trágico Destino” (1950) e “O Relógio Verde” (1948), um filme estrelado por Maureen. Ele também ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Volta ao Mundo em 80 Dias” (1956).
Nascido na Austrália, ele chegou em Hollywood como roteirista, e deveria trabalhar em um filme do Tarzan em 1936, mas o contrato não se materializou e ele se tornou diretor. Ele se alistou na Marinha canadense na Segunda Guerra, mas teve tifo em 1942 e foi dispensado. Depois de curado, ele trabalhou para a Paramount, RKO e como diretor freelancer.
John e Maureen se casaram em 1936 e tiveram sete filhos. Maria de Lourdes Villiers Farrow, ou Mia Farrow, é a mais velha do gênero feminino.

Father: John Farrow (1904-1963)

John Villiers Farrow was a film director best known for noirs like “Where Danger Lives” (1950) and “The Big Clock” (1948), a film starring O'Sullivan. He also won an Oscar for Best Adapted Screenplay for “Around the World in Eighty Days” (1956). Born in Australia, he entered Hollywood as a screenwriter, and was supposed to work in a Tarzan picture in 1936, but the deal didn't happen and he started directing. He enlisted the Canadian Navy during WWII, but had typhus in 1942 and had to leave the Navy. Once healthy again, he worked for Paramount, RKO and as a freelance director.
Farrow and O'Sullivan married in 1936 and had seven children. Maria de Lourdes Villiers Farrow, or Mia Farrow, is the oldest surviving child.


Irmã: Prudence Farrow (nascida em 1948)

Você pode não conhecer esta irmã de Mia, mas já deve ter ouvido uma música sobre ela: “Dear Prudence”, dos Beatles. Ela conheceu a banda enquanto estudava Meditação Transcendental na Índia e eles se tornaram amigos, embora ela preferisse se isolar e meditar em vez de socializar com eles. Ela também trabalhou no departamento de arte de “A Rosa Púrpura do Cairo” (1985).


Sister: Prudence Farrow (born 1948)

You may not know Mia's sister Prudence, but you have heard a song about her: “Dear Prudence”, by The Beatles. She met the band while in India studying Transcendental Meditation and they became friends, although she preferred to isolate and meditate instead of socializing with them. She also worked in the art department of “The Purple Rose of Cairo” (1985).

Esposo: Frank Sinatra (casados 1966-1968)

Quando Mia nasceu, em 1945, a Sinatramania estava no auge. Frank Sinatra se tornou uma superestrela no começo dos anos 40, sendo um cantor fantástico e um jovem bonito. Nos anos seguintes ele também mostrou seu talento como ator, inclusive ganhando um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “A Um Passo da Eternidade” (1953).
Mia e Frank se conheceram em 1964 na cafeteria dos estúdios da Twentieth Century Fox, onde ele gravava um filme e ela, uma série de TV. Eles se casaram em 1966 em uma cerimônia privada e foram, desde o começo, alvo de muitas críticas da imprensa, de comediantes e atores e também das fãs de Sinatra. Diz-se que Sinatra queria que Mia abandonasse sua carreira no cinema, o que ela recusou, e eles acabaram concordando que ela poderia fazer um filme por ano. Em 1968, quando ela estava gravando “O Bebê de Rosemary”, Sinatra pediu o divórcio. Mia esteve a ponto de abandonar o filme, mas preferiu a atuação ao casamento. Mesmo que eles parecessem um casal estranho, Mia mais tarde confessou que Sinatra foi o amor da vida dela.


Husband: Frank Sinatra (married 1966-1968)

When Mia was born, in 1945, Sinatramania was in full swing. Frank Sinatra became a superstar in the early 1940s, as both a fantastic crooner and a handsome young fellow. In the following years he also showed his talent in acting, and even won a Best Supporting Actor Oscar for “From Here to Eternity” (1953).
Mia and Frank met in 1964 at the cafeteria of Twentieth Century Fox studios, where he was making a film and she was acting in a TV series. They married in 1966 in a private ceremony and were from the start the target of much criticism from the press, fellow comedians and actors and also from Sinatra’s fans. It’s said that Sinatra wanted Mia to abandon her film career, which she refused, and they ended up agreeing that she could make one film per year. In 1968, when she was shooting “Rosemary’s Baby”, Sinatra filled for divorce. Mia was tempted to abandon the project, but chose acting over marriage. Even though they seemed a mismatched pair, Mia later confessed that Sinatra was the love of her life.


Esposo: André Previn (casados 1970-1979)

O músico André Previn conheceu Mia, que era 16 anos mais nova que ele, quando ainda estava casado com sua segunda esposa. André se separou da esposa quando Mia descobriu que estava grávida de gêmeos. Eles se casaram em 1970, tiveram três filhos e adotaram mais três. Previn, que era alemão, ganhou 11 Grammys e quatro Oscars por “Gigi” (1958), “Porgy & Bess” (1959), “Irma La Douce” (1963) e “Minha Bela Dama” (1964) – e ele foi indicado a outros nove Oscars. André foi também o primeiro músico a gravar um álbum de jazz que vendeu mais de um milhão de cópias.


Husband: André Previn (married 1970-1979)

Musician André Previn met Mia, who was 16 years his junior, when he was still married to his second wife. André divorced his wife when Mia found out she was pregnant with twins. They married in 1970, had three children and adopted three more. German-born Previn won 11 Grammys and four Oscars for “Gigi” (1958), “Porgy and Bess” (1959), “Irma La Douce” (1963) and “My Fair Lady” (1964) – and he was nominated for nine more Oscars. André was also the first musician to have a jazz album that sold over one million copies.


Companheiro: Woody Allen (juntos 1979-1992)

Não sou fã de Woody Allen e há muita polêmica sobre ele. Mesmo assim, ele fez seus melhores filmes tendo Mia como protagonista. Muito mais do que uma musa, ela foi a força que fez com que filmes como “A Rosa Púrpura do Cairo” e “Hannah e suas Irmãs” (1986) funcionassem. Juntos, Allen e Mia fizeram 12 filmes.


Partner: Woody Allen (together 1979-1992)

I’m not particularly fond of Woody Allen and there is a lot of polemic surrounding him. Nevertheless, he made his best movies with Mia as his lead. Much more than a muse, she was the force that made films like “The Purple Rose of Cairo” and “Hannah and her Sisters” (1986) work. Together, Allen and Mia made 12 films.


Filho: Ronan Farrow (nascido em 1987)

Poucos jornalistas tiveram o mesmo impacto em Hollywood que Ronan Farrow. Uma das vozes denunciando Harvey Weinstein como predador sexual, a série de artigos de Ronan gerou um livro, um podcast e deram a ele e ao seu time um prêmio Pulitzer. No mundo do cinema, ele dublou dois personagens coadjuvantes nos filmes do estúdio Ghibli “Da Colina Kokuriko” (2011) e “Vidas ao Vento” (2013).
Tendo sido batizado com o sobrenome O'Sullivan de sua avó, Ronan se formou na universidade Bard College aos 15 anos, foi porta-voz da UNICEF, foi conselheiro de Obama e Hillary Clinton – e parece que este é só o começo de sua impressionante carreira.


Son: Ronan Farrow (born 1987)

Very few journalists had the same impact in Hollywood as Ronan Farrow. One of the voices denouncing Harvey Weinstein as a sexual predator, Ronan's series of articles generated a book, a podcast and gave him and his team a Pulitzer prize. In the film world, he voiced two minor characters in Studio Ghibli movies “From Up on Poppy Hill” (2011) and “The Wind Rises” (2013).
Carrying his grandmother's O'Sullivan last name, Ronan graduated Bard College at only 15, was a spokesperson for UNICEF, advised both Obama and Hillary Clinton – and looks like this is just the beginning of his impressive career.


E agora chegamos à própria Mia. Sobrevivente de poliomielite – ela tinha nove anos quando contraiu a doença – mãe de 14 filhos – quatro biológicos e dez adotivos – atriz, filantropa, embaixatriz da UNICEF. Mia foi indicada a sete Globos de Ouro e elogiada por seu trabalho com a caridade. Tendo perdido três de seus filhos adotivos, mostrou força para se reerguer e continuar fazendo o bem, sendo esta mulher notável que nem sempre tem a total admiração que merece.


And now we get to Mia herself. A polio survivor – she was nine when she got the disease – a mother of 14 – four biological, ten adoptive children – actress, philanthropist, UNICEF ambassador. Mia was nominated for seven Golden Globes and was praised by her charity work. Having lost three of her adoptive children, she showed strength to carry on and keep on doing good, being this notable woman who not always has the admiration she deserves.

This is my contribution to the Magnificent Mia Farrow blogathon, hosted by Gabriela at Pale Writer.

Friday, June 9, 2017

Judy e Liza: de mãe para filha / Judy and Liza: from mother to daughter

O talento é algo hereditário? Pesquisadores dizem que talento é 50% herdado nos genes e 50% desenvolvido com a prática. Nós não vamos nos aprofundar no campo da genética hoje, apenas apresentaremos um caso que, considerado sozinho, provaria que talento pode ser herança de família: o caso de Judy Garland e Liza Minnelli.

Is talent hereditary? Researchers say that talent is 50% a matter of genes, and 50% a matter of hard work. We won't dive deeper into the genetics field today, we'll simply show a case that, considered isolated, would prove that talent can run in the family: the case of Judy Garland and Liza Minnelli.
Liza Minnelli, quando jovem, tinha a aparência e a voz da mãe. Agora que está mais velha, ela se parece mais com o pai, Vincente Minnelli. Um caso semelhante ao de outra filha de uma rainha do cinema: Isabella Rossellini, que se parecia com a mãe, Ingrid Bergman, quando era mais jovem, e agora lembra mais o pai, Roberto Rossellini.

Liza Minnelli, at a younger age, looked and sounded a lot like her mother. Now that she is older, she resembles more her father, Vincente Minnelli. A similar thing happened to another daughter of cinema royalty: Isabella Rossellini, who looked like her mother, Ingrid Bergman, in her earlier years, and now looks more like her father, Roberto Rossellini.
Liza and Vincente Minnelli
Liza fez sua estreia no cinema in utero – ou quase isso. Judy, então com 23 anos de idade, estava grávida de Liza durante as filmagens de “Quando as Nuvens Passam” (1946), mas sua barriga ainda não é evidente o bastante. A garotinha que nasceu da união de Judy e Vincente foi batizada com o nome de Liza, uma canção de Ira Gershwin, seu padrinho. Com catorze meses de idade, Liza Minnelli fez sua estreia de fato no cinema, na sequência final de “A Noiva Desconhecida” (1949), protagonizado por sua mãe.

Liza first appeared on film in the womb – or almost. Judy, then 23 years old, was pregnant with Liza during shooting “Till the Clouds Roll By” (1946), but her bump is not big enough to be seen onscreen. The little girl she gave birth to was named after her godfather’s Ira Gershwin song Liza. At the age of fourteen months, Liza Minnelli did her real film debut, in the final sequence of “In the Good Old Summertime” (1949), in which her mother was the lead.
Na infância, Liza era comumente fotografada ao lado dos pais no estúdio. Quando sua mãe saía em turnê, ela a acompanhava, e por isso passava muito tempo em hotéis. Este fato fez de Liza a inspiração para a protagonista do livro Eloise, escrito por Kay Thompson, madrinha de Liza. Judy e Vincente se divorciaram em 1951, quando Liza tinha cinco anos, e Judy se casou novamente em 1952. Quando tinha 13 anos, Liza cantou “Over the Rainbow” no rádio. Escute a gravação AQUI.

During her childhood, Liza was often photographed with her parents at the studio. When her mother was on tour, she would go with her, that's why she spent a lot of time in hotels. This fact made Liza the inspiration for the character Eloise from the book of the same name, written by Liza's godmother, Kay Thompson. Her parents divorced in 1951, when she was five, and Judy remarried in 1952. When Liza was 13, she was featured on radio singing “Over the Rainbow”. Listen to her recording HERE.
Liza and Gene Kelly
Depois disso, Liza apareceria com frequência na TV, começando com “Tonight Starring Jack Paar” e “The Gene Kelly Show”, respectivamente de 1958 e 1959. Ela foi cantora convidada em “The Judy Garland Show” em duas ocasiões em 1963. Com 17 anos, ela já mostrava que tinha uma voz poderosa e muito carisma. Assistindo aos clipes do programa, é possível perceber como Liza e Judy se amavam. Foi também durante estas apresentações em seu programa que Judy percebeu que sua garotinha era agora uma mulher crescida que tinha sua própria carreira artística.

Next, Liza would appear on TV regularly, starting in “Tonight Starring Jack Paar” and “The Gene Kelly Show”, respectively from 1958 and 1959. She was a guest at “The Judy Garland Show” twice in 1963. At 17, she already showed a powerful voice and a lot of charisma. By watching the clips, you can see how mother and daughter loved each other. It was also during this show that Judy realized that her little girl was a grown up pursuing her own career.
Quando falava sobre Liza, Judy a descrevia como “muito esperta” e “com os pés no chão o tempo todo”. Muitos anos depois, Liza disse que Judy era a melhor mãe do mundo. Ela diz também que herdou seu senso de humor da ‘mama’.

While talking about Liza, Judy called her “very wise” and “with her feet on the ground all the time”. Many years later, Liza said Judy was the best mother in the world. She says she inherited her sense of humor from her mama.
Nem tudo eram flores entre mãe e filha, obviamente. Liza vivia com Judy, seu padrasto Sid Luft e seus meios-irmãos Lorna e Joe durante os anos 50 e 60. Os papéis de mãe e filha eram muitas vezes trocados, porque Liza muitas vezes tinha de cuidar da mãe quando Judy tinha suas crises e problemas com abuso de remédios. Judy tinha pouco contato com a família, segundo a minissérie “Eu e Minhas Sombras” (2001), quando faleceu em 1969. Liza fez todos os trâmites para o funeral da mãe. Ela continuou próxima do pai, Vincente Minnelli, até ele morrer em 1986, e ela é próxima de Lorna até hoje.


Not everything was wonderful between mother and daughter, of course. Liza lived with Judy, her stepfather Sid Luft and her half-siblings Lorna and Joe during the 50s and 60s. The roles of mother and daughter were often reversed, because she often looked after her mother when Judy had her on-and-off problems with mental health and pill addiction. Judy was estranged from her kids, according to the miniseries “Me and My Shadows” (2001), when she died in 1969. Liza arranged everything for her mother's funeral. She remained friends with her father, Vincente Minnelli, until he died, in 1986, and is close to her sister Lorna until today.
Judy among her children
Liza não canta as músicas da mãe, alegando que “elas já foram cantadas”. Quando perguntam a ela sobre Judy, ela só tem coisas boas para contar. Liza tinha apenas 23 anos quando Judy faleceu – a mesma idade que eu tenho hoje e não consigo imaginar minha vida sem minha mãe. O tempo de Judy e Liza juntas foi relativamente curto, mas Liza prova que o impacto de uma mãe na vida de alguém é para sempre.

Liza doesn't sing her mother's song, saying that “they have already been sung”. When asked about Judy, she only has good things to say. Liza was only 23 when Judy died – the same age I am now and I couldn't imagine how it would be losing my mom. Their time together was not long, but Liza proves that a mother's impact in someone's life lasts forever.


This is my contribution to the Judy Garland Blogathon, hosted by Crystal at her blog In the Good Old Days of Classic Hollywood.

Saturday, February 26, 2011

Preparação para Oscar – Poucas e Boas

Chegamos à parte final da preparação para o Oscar! Enquanto fazemos a contagem regressiva, vamos a pequenas e curiosas notas:
Vale o Peso em Ouro:
A estatueta pesa quase três quilos, é maciça e tem quase 40 centímetros de altura (cuidado!). Logo, seria útil para atacar um intruso. Até agora, no entanto, ninguém foi ferido por um golpe com um Oscar.
Origem do nome ‘Oscar’:
Para ser honesta, não há resposta definitiva. Algumas razões apontadas ao longo dos anos incluem Bette Davis comentando que a estatueta parecia com seu marido;  a executiva da Academia Margaret Herrick pode tê-la nomeado em homenagem ao tio; o chefão da MGM Louis B. Mayer também é um candidato e dizem que Walt Disney chamou-a de  Oscar in 1932. Esse tornou-se o nome oficial em 1939.

 “Ganhei!” (Não, você perdeu):
Em 1934, Will Rogers disse, “Venha receber, Frank!” O diretor Frank Capra subiu ao pódio e só então percebeu que o diretor Frank Lloyd tinha ganhado. Sem se sentir mal, Capra ganhou como Melhor Diretor no ano seguinte pelo filme Aconteceu Naquela Noite. Há uma história parecida com Humphrey Bogart: estava tão confiante com sua vitória em Casablanca que se levantou sem ouvir o nome do vencedor. Quando viu que outro estava subindo ao pódio, a saída foi aplaudir de pé.

Um Mito do Oscar:
Houve um boato maldoso de que Jack Palance disse o nome errado quando Marisa Tomei ganhou seu Oscar como Melhor Atriz Coadjuvante em 1993 por Meu Primo Vinny. Um crítico de cinema maldoso espalhou o boato.


Um Oscar que ganhou um Oscar:
Oscar Hammerstein II (melhor canção, 1941, 1945)

Primeiro Filme a Cores a ganhar como Melhor Filme:
E o Vento Levou... (1939)

Último Filme Preto e Branco a ganhar como Melhor Filme:
A Lista de Schindler(1993)

É uma Tradição Familiar:
Três gerações dos Coppolas e dos Hustons conquistaram Oscars. Algumas tradições familiares são extravagantes!

Dirigindo-se para a Glória:
Laurence Olivier em Hamlet em 1948 e Roberto Benigni em A Vida é Bela em 1997.

Sempre Quase Lá:
Indicados cinco vezes, nunca ganharam: Alfred Hitchcock, King Vidor, Robert Altman e Clarence Brown.

Primeira Pessoa a Dizer “Não, Obrigado”:
Dudley Nichols recusou seu prêmio de Melhor Roteiro Adaptado por O Delator em 1935.

Pai, Mãe e filha Ganham:
Vincente Minnelli (Melhor Diretor, 1959); Judy Garland (Oscar Honorário,1940); Liza Minnelli (Melhor Atriz,1973).

Para quem domina bem o inglês e quer mais curiosidades o site oficial da Academia fez uma super retrospectiva desses 83 anos de Oscar. Ele ainda permitiu a interatividade através de perguntas diárias sobre cinema. A minha resposta foi escolhida como a melhor e está publicada na página da 28ª cerimônia, com meu nome do twitter (@startpreading)
Agora chegou a hora do tapete vermelho! Boa premiação a todos!
Lê ^_^

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