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quinta-feira, 1 de abril de 2010

TCM, sobre Greta Garbo

Olá! Nós, cinéfilos de plantão, sabemos que no dia 15 desse mês de abril faz vinte anos que o mundo perdeu Greta Garbo, um dos mais belos rostos do cinema. Nesse dia, o canal especializado em cinema clássico TCM vai prestar uma homenagem exibindo 5 de seus filmes (meu Deus, eu tenho que parar minha vida por um dia e ver esse especial!!). O que mais me chamou atenção foi esse texto no site do TCM, sobre o especial, que, ao que parece, foi escrito por um poeta ou um grande admirador:





Dona de um rosto perfeito e gélido – e, às vezes, capaz de transmitir emoções intensas -, artífice de uma vida coberta por um véu de mistério e de uma reclusão precoce e impenetrável, ela se fez um dos mitos mais emblemáticos da história do cinema: Greta Garbo, “a mulher que não ri”.

Nascida em 1905, Greta Lovisa Gustafsson começou sua carreira de atriz no cinema mudo, aos 15 anos de idade, em sua Suécia natal. Sua beleza irretocável e sua expressividade na tela deslumbraram o soberano da MGM, Louis B. Mayer, que a levou a Hollywood com um contrato exclusivo. A chegada do cinema sonoro, longe de prejudicá-la, a estabeleceu definitivamente, quando se escutou sua voz pela primeira vez com um carregado sotaque sueco, no filme Anna Christie(1931). Tanto seus seguidos sucessos nas telas quanto os rumores de sua ambiguidade sexual e o hermetismo de sua vida privada começaram a transformá-la em uma lenda. Surpreendentemente, no topo de sua popularidade e com apenas 36 anos, ela encerrou abruptamente sua louvada carreira e iniciou seu afastamento da vida pública, desatando uma feroz perseguição por parte da imprensa, a qual ela respondia com uma distância ainda maior.

Rodeada pelo mesmo mistério que inspirou toda a sua vida, em 15 de abril de 1990, Garbo deu seu último passo em direção à imortalidade. A 20 anos desse dia, o TCM presta uma homenagem à estrela com cinco de seus filmes mais celebrados - Mata Hari (1931), Rainha Cristina (1933), O Véu Pintado (1934), A Dama das Camélias (1936) e sua surpreendente incursão pela comédia, Ninotchka (1939), para que, como uma homenagem, possamos esboçar um respeitoso e tímido sorriso recordando a mulher que decidiu, talvez, rir sozinha.



Lindo e à altura desse grande talento da sétima arte, não?
Beijos!
Lê ^_^

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