} Crítica Retrô: Scorsese

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Friday, April 24, 2015

Alfabeto do cinema clássico

Algo aconteceu quase um ano atrás: recebi o prêmio ABC – Awesome Blog Content – do meu amigo Rich do blog Wide Screen World. Mas só descobri isto semana passada! Por isso, sem mais demora, coloco meu vestido longo e vou receber meu já empoeirado prêmio. Como discurso de agradecimento, preciso contar uma coisa da minha vida com cada letra do alfabeto. Como cinema é minha vida, apresento meu alfabeto de cinema clássico:

Alfred Hitchcock: vou ficar muito chateada no dia em que tiver visto todos os filmes do Hitchcock, porque não haverão mais surpresas a serem desvendadas!


Buster Keaton: mestre do cinema mudo, dispensava dublês e fez algumas das melhores comédias de todos os tempos. É um dos ídolos da minha mãe.



Casablanca: talvez este seja o melhor filme de todos os tempos. Talvez seja “Crepúsculo dos Deuses / Sunset Boulevard”



Disney: obsessão até hoje. Minha porta de entrada para o mundo do cinema.


Eastwood: cowboy, matador, ator, diretor e até prefeito de uma pequena cidade. Este homem pode fazer tudo.


Fred Astaire: charmoso, protagonista de filmes deliciosos e um dançarino inigualável. Minha alma fica mais leve quando vejo Fred dançando.

Greta Garbo: o rosto mais belo de todos os tempos. Iniciou minha paixão pelos clássicos.


Henry Fonda: talentosíssimo. E com aqueles olhos azuis maravilhosos.


Irmãos Marx: Groucho, Chico, Harpo e Zeppo são sensacionais e sempre, sempre me divertem.


James Cagney: meu ator favorito!


Katharine Hepburn: minha atriz favorita!


Lillian Gish ou Lon Chaney: meus favoritos do cinema mudo


Musicais: filmes que me fizeram escapar de muitas tardes tristes


Noir: gênero que nunca cansa de me surpreender


Oscar: a melhor e mais emocionante noite do ano


Pre-Code: filmes ousados e deliciosos feitos entre 1929 e 1934


Qué sera, sera: na voz de Doris Day, de preferência


Raft: ator sensacional que merece ser mais apreciado. Adoro-o em “Scarface” (1932)


Stanwyck: linda, talentosa e injustiçada no Oscar. Exemplo de vida e de perseverança.


Truffaut: quero voltar no tempo e ser melhor amiga do Truffaut. O amor deste diretor pelo cinema me encanta profundamente


Último Comando: “The Last Command”, de 1928, é um dos meus filmes mudos favoritos


Vicky Lester: personagem fictícia, protagonista de meu filme favorito de todos os tempos, “Nasce uma Estrela / A Star is Born” (1937)


William Powell: eterno par da Myrna Loy e ator que brilhava em qualquer papel


X: sempre antes da morte de algum personagem em “Scarface” (1932), um X aparecia projetado de alguma maneira no cenário. Martin Scorsese fez o mesmo em “Os Infiltrados / The Departed” (2006)



Yankee Doodle Dandy: filme de 1942 que deu o único Oscar a James Cagney. Como ele mesmo dizia: “Once a song and dance man, always a song and dance man”.



Zerelda: nunca vou esquecer que Zerelda é o nome ridículo da esposa do bandido Jesse James. No filme de 1939, “Zee” é interpretada por Nancy Kelly, de quem eu tenho inveja porque ela beija Tyrone Power.


E agora, indico o prêmio ABC – Awesome Blog Content – para:




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