Algo
aconteceu quase um ano atrás: recebi o prêmio ABC – Awesome Blog
Content – do meu amigo Rich do blog Wide Screen World. Mas só
descobri isto semana passada! Por isso, sem mais demora, coloco meu
vestido longo e vou receber meu já empoeirado prêmio. Como discurso
de agradecimento, preciso contar uma coisa da minha vida com cada
letra do alfabeto. Como cinema é minha vida, apresento meu alfabeto
de cinema clássico:
Alfred
Hitchcock:
vou ficar muito chateada no dia em que tiver visto todos os filmes do
Hitchcock, porque não haverão mais surpresas a serem desvendadas!
Buster
Keaton:
mestre do cinema mudo, dispensava dublês e fez algumas das melhores
comédias de todos os tempos. É um dos ídolos da minha mãe.
Casablanca:
talvez este seja o melhor filme de todos os tempos. Talvez seja
“Crepúsculo dos Deuses / Sunset Boulevard”
Disney:
obsessão
até hoje. Minha porta de entrada para o mundo do cinema.
Eastwood: cowboy,
matador, ator, diretor e até prefeito de uma pequena cidade. Este
homem pode fazer tudo.
Fred
Astaire: charmoso, protagonista de filmes deliciosos e um dançarino
inigualável. Minha alma fica mais leve quando vejo Fred dançando.
Greta
Garbo:
o rosto mais belo de todos os tempos. Iniciou minha paixão pelos
clássicos.
Henry
Fonda:
talentosíssimo. E com aqueles olhos azuis maravilhosos.
Irmãos
Marx: Groucho, Chico, Harpo e Zeppo são sensacionais e sempre, sempre me divertem.
Katharine
Hepburn:
minha
atriz favorita!
Lillian
Gish ou Lon Chaney:
meus favoritos do cinema mudo
Musicais:
filmes que me fizeram escapar de muitas tardes tristes
Noir:
gênero
que nunca cansa de me surpreender
Oscar:
a melhor e mais emocionante noite do ano
Pre-Code:
filmes ousados e deliciosos feitos entre 1929 e 1934
Qué sera, sera:
na voz de Doris Day, de preferência
Raft:
ator
sensacional que merece ser mais apreciado. Adoro-o em “Scarface”
(1932)
Stanwyck:
linda, talentosa e injustiçada no Oscar. Exemplo de vida e de
perseverança.
Truffaut:
quero
voltar no tempo e ser melhor amiga do Truffaut. O amor deste diretor
pelo cinema me encanta profundamente
Último
Comando:
“The
Last Command”, de 1928, é um dos meus filmes mudos favoritos
Vicky
Lester:
personagem
fictícia, protagonista de meu filme favorito de todos os tempos,
“Nasce uma Estrela / A Star is Born” (1937)
William
Powell:
eterno
par da Myrna Loy e ator que brilhava em qualquer papel
X:
sempre
antes da morte de algum personagem em “Scarface” (1932), um X
aparecia projetado de alguma maneira no cenário. Martin Scorsese fez
o mesmo em “Os Infiltrados / The Departed” (2006)
Yankee
Doodle Dandy:
filme
de 1942 que deu o único Oscar a James Cagney. Como
ele mesmo dizia: “Once a song and dance man, always a song and
dance man”.
Zerelda:
nunca
vou esquecer que Zerelda
é o nome ridículo da esposa do bandido Jesse James. No
filme de 1939, “Zee” é interpretada por Nancy Kelly, de quem eu
tenho inveja porque ela beija Tyrone Power.
E
agora, indico o prêmio ABC – Awesome Blog Content – para:








